CAROS QUINTALZEIROS
VOLTAMOS!!!
E COM UMA VONTADE SUPERIOR A DE 2011 EM DAR AULAS PARA VOCÊS.
XÔ PREGUIÇA!! VAMOS ENTRAR 2012 COM PIC TOTAL
O QUINTAL ESTÁ PINTADO, ARRUMADO E COM 'BRINQUEDINHOS' NOVOS PARA VOCÊS.
ENTÃO FICA ASSIM: NOS ENCONTRAMOS DIA 09, SEGUNDA FEIRA.
BEIJOS A TODOS
EQUIPE QUINTAL
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
sábado, 24 de setembro de 2011
COMEMORAÇÃO DO QUINTAL
Caros Quintalzeiros
Para quê esperar 1 ano de vida, quando se pode comemorar cada dia, cada mês, cada passo!
Assim, neste dia 25 de setembro comemoramos 6 meses de existência, 24 semanas de descobertas, 180 dias de trababalho e cada minuto de muito amor dedicado a vocês!
Muitos alunos que se tornam amigos e amigos se tornam alunos e nossa troca é diária, a cada sessão de treinamento ficamos mais fortes, mais ágeis, mais saudáveis e assim, mais felizes!
Começamos a engatinhar, ficamos de 'gatinhas' enfim, e os limites passam a ser outros, outras coisas a arrumar, a aprender a executar!
O caminho agora é ficar em pé, subir é o caminho e como dizemos aos nossos alunos: mais importante que chegar, é caminhar!
Obrigado a todos que fizeram e fazem parte desta nova vida; a família, aos amigos, aos colaboradores e a vocês, alunos e amigos do Quintal, pelos quais lutamos sempre, estudamos sempre, nos animamos sempre, são vocês a razão de nossa jornada!
Equipe Quintal
sábado, 17 de setembro de 2011
CORE 360o MÓDULO II
Olá amigos do Quintal,
O professor Leon acaba de chegar de mais um dia de curso CORE 360o o MÓDULO II, FASES 3 e 4
Chegou cheio de coisas para contar, novidades no treinamento, exercícios novos, teoria, tudo muito bem explicadinho.
Veja abaixo um pouco do que o TREINAMENTO FUNCIONAL é capaz e porque os EUA sempre levam as medalhas!
E elas não reclamam....!!!
O professor Leon acaba de chegar de mais um dia de curso CORE 360o o MÓDULO II, FASES 3 e 4
Chegou cheio de coisas para contar, novidades no treinamento, exercícios novos, teoria, tudo muito bem explicadinho.
Veja abaixo um pouco do que o TREINAMENTO FUNCIONAL é capaz e porque os EUA sempre levam as medalhas!
E elas não reclamam....!!!
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Educação Física é genética
19/10/2008 00:00:00
Professor Isaac Elias Farath, sinônimo de dedicação ao esporte
Engana-se quem pensa que os 70 anos de atividades esportivas do...
....professor Isaac Elias Farath foram dedicados ao basquete, vôlei, handebol e outras modalidades amadoras. Ele também foi craque no futebol de campo, integrando inclusive a Seleção Brasileira Universitária, que em 1950 tinha como treinador o consagrado Leônidas da Silva, o Diamante Negro. Isaac recebeu a reportagem do Diário em sua residência, na rua Carlos Botelho, 785, e abordou algumas passagens de sua vida. Afirmou que o ensino público hoje está defasado e criticou a eterna falta de apoio político ao esporte amador. Falou também sobre seu trabalho no MAC (Marília Atlético Clube) e apontou Antônio Maria Pupo Gimenez como o técnico mais completo que já dirigiu o clube. Pode ser que você já tenho sido aluno desse renomado professor de Educação Física, extremamente humanitário, que completou 84 anos no dia 8 de setembro. Afinal, somente em Marília cerca de 15 mil jovens tiveram, pelo menos, noções básicas sobre a prática esportiva.
Diário – O senhor deve ter passado a infância praticando muito esporte, não é?
Isaac – Com certeza, e tudo ao ar livre, porque não existiam quadras. Jogava qualquer modalidade, o que talvez tenha sido a razão de me tornar professor e um apaixonado pela Educação Física. Mas também, como minha cidade era cercada por rios, todos os dias era aquela bagunça com a garotada: nadar, remar, escalar montanhas e muitas traquinagens próprias de criança. Uma liberdade saudável e respeitosa.
Diário – E o curso superior?
Isaac – Naquela época quem desejasse cursar Educação Física só tinha duas opções: a Universidade Federal de São Carlos e a Escola Superior de Educação Física, da USP, onde me formei. Não havia faculdades particulares. Posso garantir que na USP tive os melhores professores de Educação Física do mundo. Recebi sábias lições de vida, sempre procurando ser um bom aluno com meus amigos Deus e Jesus Cristo.
Diário – Por que esse amor exagerado pela profissão?
Isaac – É que a Educação Física é o principal ingrediente na formação das pessoas para a vida. Ela prepara a imaginação, a inteligência, a vontade, a disciplina e a solidariedade em situações difíceis. Em toda essa engrenagem que norteia o nosso cotidiano, você aprende a ganhar sem humilhar o adversário e também a perder sem descontrolar-se. É bom ressaltar que existem bons professores e alunos aplicados, mas existem alunos que precisam ser preparados para enfrentar a luta lá fora, sem esmorecer. Professor de Educação Física foi meu único emprego na vida e me orgulho muito disso. Eu consegui deixar sementes com os poucos recursos que tive para exercer minha atividade. Infelizmente, poucos fizeram isso.
Diário – Como é a Educação Física hoje nas escolas?
Isaac – Evidente que o ensino público hoje não é como antigamente e isso atinge todas as disciplinas básicas dos alunos. No meu tempo, até parece brincadeira, mas a dificuldade que o professor tinha era mandar o aluno de volta para casa. O comparecimento era total. Quando alguém faltava ou chegava atrasado, você tinha a certeza de que alguma coisa mais séria aconteceu. Certa vez um aluno se atrasou eu lhe chamei a atenção. Ele me pediu para olhar suas mãos, que estavam com bolhas de sangue, pois ele era capinador de ruas de café. O que eu quero dizer com isso é o seguinte, ninguém queria perder uma aula. Era tudo levado muito a sério e os jovens realmente aprendiam. Os alunos das famílias mais abastadas só estudavam na escola pública em virtude da qualidade do ensino. A Educação Física hoje praticamente acabou. Muitos professores dão uma bola para os alunos - "joguem aí o que vocês quiserem" - enquanto eles se sentam numa sombra, papeando, e às vezes nem ficam na quadra. E o que você vê na mídia diariamente? Professores sendo agredidos, alunos armados dentro das escolas, homicídios e medo. Vou ter sempre boas recordações do meu tempo de professor, porém, diversos colegas vão ter recordações amargas.
Diário – Muitos de seus alunos se enveredavam na carreira esportiva?
Isaac – Sim, haja vista que só em Marília eu dei aula para 15 mil pessoas. A maior parte foi jogar basquete em grandes clubes brasileiros. Tenho quatro amigos que eram feras no basquete e que felizmente ficaram por aqui e se tornaram bons médicos: Fábio Villaça Guimarães Filho, José Anselmo Doreto, Mário Luiz Furlanetto e Paulo Carvalho, o Paulada.
Diário – É verdade que o senhor foi um dos pioneiros na prática da caminhada em Marília?
Isaac – Bom, até 1974 eu não via ninguém fazendo caminhada na cidade. Depois que o Valdir Bento Félix, o Edson Goiano e eu começamos a andar no bosque, muita gente começou a fazer o mesmo. É uma atividade essencial para o corpo e a mente.
Diário – Antes de abordar sua chegada a Marília, comente um pouco sobre a trajetória no futebol. O senhor foi um ótimo médio-volante?
Isaac – Sou suspeito pra falar, né? Comecei em dois clubes de Rio Pardo, a Associação Atlética Riopardense e o Rio Pardo Futebol Clube. Naquela época se chamava "amador marrom", ou seja, a gente não era profissional, mas recebia algum dinheiro. Depois atuei no Caconde, Fernandópolis, Cajuru e no Garça, onde pendurei as chuteiras.
Diário – Alguns de seus colegas se projetaram no futebol? E quanto aos técnicos?
Isaac – Sim, porém a memória agora vacila. Mas posso citar o Manuelito, que passou pelo Botafogo, e o Renê, que foi parar no Santos. Fui treinado por verdadeiros bambas, como o Elba de Pádua Lima (Tim); o Jorge Luiz, Piolim, Brito, Florindo e o Mário Miranda Rosa. Todos profissionais do mais alto gabarito.
Diário – Fale sobre sua passagem pelas seleções universitárias.
Isaac – Foi na USP. Primeiramente fui convocado para a Seleção Paulista, depois para a Brasileira, treinada pelo Leônidas da Silva, o Diamante Negro, inventor da "bicicleta". Disputamos vários campeonatos latino-americanos. A maioria dos atletas era reserva de grandes clubes como o Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos. Recordo-me do Luizinho, Zé Brás, Diogo e do Cléber.
Diário – Por que largou o futebol?
Isaac – Eu já estava deixando a cidade de Garça, onde morei de 1957 a 1961. Achava que todo mundo entendia sobre futebol, e é assim até hoje. Somos milhões de técnicos. Então mirei o pensamento no basquete, vôlei e handebol. O basquete, por exemplo, é um jogo que exige muita inteligência dos atletas e até do árbitro. Comparo o basquete com a vida. Se você faz um passe bem feito, resulta em outro passe bem feito, até a conversão do lance. Agora, se você faz um passe mal feito, o mal será revertido para os outros e principalmente para você. Por isso devemos sempre procurar acertar o passe, ou seja, fazer o bem.
Diário – Como foi seu jogo de despedida em Garça?
Isaac – Contra o São Bento, de Marília, no clássico regional. Uma grande festa com o estádio lotado. Recebi muitas homenagens. Deu empate sem gols. O São Bento tinha uma seleção, com destaque para o Jurandir de Freitas e o Valtinho. O nosso time não ficava atrás: Agamenon, Irineu, Ricci, Trinca e Plínio. Um esquadrão.
Diário – Após algum tempo se aperfeiçoando no basquete e o senhor veio dar aula em Marília?
Isaac – Sim, depois de ficar alguns anos em Garça, concluí extenso curso de basquete na Universidade Federal de São Carlos, junto com o Nelson Pozzi, o Roberto Furlanetto e o Edson de Almeida. Cheguei a Marília no dia 10 de janeiro de 1961. Ingressei no Instituto de Estadual de Educação "Monsenhor Bicudo" onde lecionei até 1984 (23 anos) e tive como diretores o Nelson Rino, Silvio Guimarães, Branco e Silvia Ribeiro de Carvalho. Também dei aula por 18 anos na Unimar. Aposentei-me em 1988. Formei várias equipes amadoras em toda minha carreira e conquistei inúmeros campeonatos.
Diário – E onde o senhor conheceu sua esposa?
Isaac – Eu sempre fui muito tímido. O Elias, ex-jogador do Mac, tinha uma doceira na rua 9 de Julho, entre a Sampaio Vidal e a 4 de Abril. Era pra ele que eu perguntava sobre uma moça linda que também freqüentava o local. Ele passava a "paquera" pra ela e vice-versa. Concluindo, o Elias foi um cupido nesse relacionamento. Até que em 1974 me casei com Alzira Barboza, meu maior sustentáculo, hoje psicóloga. Temos duas filhas. A Jamille, que é casada, e atualmente cursa Educação Física em Mogi das Cruzes, e a Rosina, atriz, que mora no Rio de Janeiro e que já fez três novelas na Rede Globo.
Diário – O senhor sempre foi uma pessoa muita reservada, avessa a badalações. Por quê?
Isaac – É o estilo de vida de cada um. Penso que para a pessoa mostrar quem é, não precisa ficar saindo em colunas sociais, freqüentar muitas festas, enfim, ter uma vida social ativa. Faça seu trabalho com honestidade e dedicação que toda sociedade vai julgá-lo.
Diário – Como foi trabalhar na preparação física do MAC?
Isaac – Uma grande experiência de vida. Foram mais de dez temporadas com os técnicos Alfredinho Sampaio, Urubatão Calvo Nunes, João Magoga, Walter Zaparolli, Silvio Acácio Silveira, João Avelino, Neuri Cordeiro, Antônio Maria Pupo Gimenez, entre outros.
Diário – O senhor não perde um jogo do MAC. O que fazer para ele não ser rebaixado?
Isaac – O atual plantel precisa ser mais trabalhado. É necessário que os jogadores resolvam as ações técnicas e táticas com inteligência e tenham uma finalização mais certeira. Não se pode usar a força sem precisão. Você só vê o cara dando chutão e a bola passando longe do gol. Esse fundamento precisa ser intensificado.
Diário – E o que mais?
Isaac – O técnico precisa adquirir uma filosofia de vida e de futebol diferenciada. Precisa conhecer o jogador que tem. Não apenas o que ele produz dentro de campo, mas também sua conduta fora dele. Isso o fará render mais. Tome como exemplo o técnico português José Mourinho e os brasileiros Wanderley Luxemburgo, Felipe Scolari e Emerson Leão. Eles acompanham com rigor a evolução do futebol, que trocou a técnica pela força física. Eles estudam a fundo o jogador, sua família, emoção, timidez e outros comportamentos. Quando vão disputar um campeonato eles já sabem tudo sobre os atletas dos outros times, o peso, altura, velocidade e outros atributos. Então executam um bom planejamento. Seus preparadores físicos devem carregar no bolso o livro "Fisiologia do Esforço", de Jurgen Stegemann.
Diário - Sobre o esporte amador, Marília ainda disputa os Jogos Regionais e Abertos sempre contratando atletas de fora a peso de ouro. O que senhor pensa sobre isso?
Isaac – Acho um absurdo. Aliás, o esporte em Marília nunca teve o devido apoio. Deveria ser efetuado um projeto a longo prazo apenas com gente da cidade. A Prefeitura precisa construir praças esportivas em todos os bairros e contratar técnicos especializados, preparadores físicos, médicos e até nutricionistas para desenvolver um trabalho sério e que realmente dê frutos. Quando o atleta atingir uma certa idade, deve receber bolsa de estudo e todo tipo de assistência para que continue defendendo as cores de Marília.
Diário - Quer deixar alguma mensagem?
Isaac – No âmbito esportivo, usando uma força de expressão, gostaria que os quintais de todas as residências de Marília se transformassem, literalmente, numa praça esportiva. No mais, só tenho que agradecer a essa cidade que me acolhe há 47 anos e na qual eu sou muito feliz.
Nota do jornalista – Isaac Elias Farath, apesar dos muitos anos de trabalho em que destacou Marília no cenário esportivo nacional, só recebeu uma homenagem até hoje: a menção "4 de Abril" do clube rotário homônimo, em 1998. É mais um entrevistado da coluna "Minha Cidade, Minha Vida" que foi olvidado pela Câmara Municipal de Marília.
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